quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A mudança faz-nos pensar...

Porquê crescer?
Porquê escolher?
Porquê tomar decisões?
Porquê responsabilidade?

A vida era mais simples se a sociedade não nos impusesse estas condições...

O tempo corre à nossa frente, tudo muda, tudo acontece...
Mas volta ao momento em que queríamos ficar e nos dá uma nova oportunidade de mudar...

Será certo?
Se me apaixonar?
Se te quiser? Estas disposto a mudar??? Diz me o que sentes...

Ou seremos simples amigos ou melhor já é difícil sentirmo-nos apenas como simples amigos porque algo está a passar-se...

Será que se poderá enfrentar?
Os obstáculos serão ultrapassados?
Tu queres? Eu quero?
Não será facil qualquer que seja a decisão...

I'm a girl in front of a boy asking for his love...

Why is so dificult to understand?

If it is impossible to happen...

sábado, 13 de junho de 2009

Vinho Verde



Tudo começou quando o ouvi:


Oiça lá ó senhor vinho,
vai responder-me, mas com franqueza:
porque é que tira toda a firmeza
a quem encontra no seu caminho?

Lá por beber um copinho a mais
até pessoas pacatas,
amigo vinho, em desalinho
vossa mercê faz andar de gatas!

É mau procedimento
e há intenção naquilo que faz.
Entra-se em desequilíbrio,
não há equilíbrío que seja capaz.

As leis da Física falham
e a vertical de qualquer lugar
oscila sem se deter
e deixa de ser perpendicular.

"Eu já fui", responde o vinho,
"A folha solta brincara ao vento,
fui raio de sol no firmamento
que trouxe a uva, doce carinho.

Ainda guardo o calor do sol
e assim eu até dou vida,
aumento o valor seja de quem for
na boa conta, peso e medida.

E só faço mal a quem
me julga ninguém
e faz pouco de mim.
Quem me trata como água
é ofensa, pago-a!
Eu cá sou assim.

"Vossa mercê tem razão
e é ingratidãofalar mal do vinho.
E a provar o que digovamos, meu amigo,
a mais um copinho! "




Perdida ou não, cá estou eu...
Vivendo um dia de cada vez...
Apetece me chorar...

Apetece-me gritar...

Mas para quê??? Tudo ficará na mesma...

Dá uma oportunidade a ti própria!!!
Esquece os outros...
Ignora o mundo uma vez...
Pensa apenas em ti uma vez...

Só uma vez...

E algo aconteceu quando:




Ninguém na rua na noite fria,
Só eu e o luar;
Voltava a casa quando vi que havia
Luz num velho bar.
Não hesitei,
Fazia frio e nele entrei.

Estando tão longe da minha terra
Tive a sensação,
De ter entrado numa taberna
De Braga ou Monção;
E um homem velho se acercou
E assim falou :

Vamos brindar com vinho verde
Que é do meu Portugal
E o vinho verde me fará recordar
A aldeia branca que deixei atrás do mar.
Vamos brindar com verde vinho
P'ra que possa cantar, canções do Minho
Que me fazem sonhar,
Com o momento de voltar ao lar.

Falou-me então daquele dia triste,
O velho Luís;
Em que deixara tudo quanto existe,
P'ra fazer feliz;
A noiva, a mãe, a casa, o pai
E o cão também.

Pensando agora naquela cena
Que tão estranha vi;
Recordo a mágoa, recordo a pena,
Que com ele vivi;
Bom português
Regressa breve e vem de vez !

Vamos brindar com vinho verde
Que é do meu Portugal
E o vinho verde me fará recordar
A aldeia branca que deixei atrás do mar.

Vamos brindar com verde vinho
P'ra que possa cantar, canções do Minho
Que me fazem sonhar,
Com o momento de voltar ao lar.



O tempo passou, muito aconteceu e muito vai continuar acontecer...


Cada um no seu rumo... Até que se voltem a cruzar...

terça-feira, 12 de maio de 2009

Vicio de Ti!!!



Amigos como sempre, dúvidas daqui pra frente,
Sobre os seus propósitos, é difícil não questionar.
Canto do telhado para toda a gente ouvir,
Os gatos dos vizinhos gostam de assistir.
Enquanto a música não me acalmar,
Não vou descer, não vou enfrentar.
O meu vício de ti não vai passar...
E não percebo porque não esmorece,
Ao que parece o meu corpo não se esquece...

Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti! (2x)

Levei-te à cidade, mostrei-te ruas e pontes,
Sem receios atraí-te as minhas fontes
Por inspiração passámos onde mais ninguém passou,
Ali algures algo entre nós se revelou.
Enquanto a música não me acalmar
Não vou descer, não vou enfrentar
O meu vício de ti não vai passar,
Não percebo porque não esmorece
Será melhor deixar andar, Será melhor deixar andar...

Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti! (3x)

Eu canto a sós pra cidade ouvir
E entre nós há promessas por cumprir
Mas sei que nada vai mudar,
O meu vício de ti não vai passar, não vai passar...

Será o nosso fado???


Como um cavalo ao sol esperando que noite caia... Que a lua brilhe... Que apareças...

Não peço que fiques... Não quero que vás... Segue o teu rumo...

Eu... Tu...

Como um poldro que anceia ir mais longe, ver mais além...

Galopando, livre com o vento... Vai até onde tiver que ir...

Poderá acompanhar-te, fazer parte da tua felicidade, depender de ti, basta deixar que isso aconteça...

Mas sempre impondo a sua liberdade... Se ficar, saberás que te pertence!
Se o prenderes nunca saberás se alguma vez te pertenceu...

A Muralha...


Quero ficar deitada nesta muralha a olhar a cidade...


Sentir o vento que corre...


Aproveitar algo que passa...


Quero ser como o vento...


Estar em qualquer lado...


Aquela sensação de ter e simplesmente aproveitar...


Tal como nos velhos tempos...


Enjoy and relax...

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Dois parvos... hihi


Era uma vez, dois parvos,(aliás, um parvo e uma parva!) ambos gostam um do outro, são amigos, saem juntos, divertem-se, ignoram-se... Mas o parvo acha que a parva está chateada e esta por sua vez apenas está magoada mas também não lhe diz nada... Para quê? Cada um deles, parvo à sua maneira, segue o seu caminho aparentando ser mais parvo que o outro, mas tanta parvoice junta leva a algum lado??? A questão impõe-se!!!


E esta é a historia de dois parvos como muitos outros que existem por aí!


Perceberam? Há que ser parvo muitas vezes.... Para que um dia esta parvoice faça sentido na cabeça dos parvos!

Há etapas na vida que terminam...


Hoje acordei e apeteceu-me gritar ao mundo algo se passa...


Escreveria um livro de palavras soltas, ideias sem nexo... Apenas descrevia a confusão que há a todo o instante.
Há etapas na vida que terminam...


Há alturas na vida em que se sente o pior...


O tempo que nos foge das mãos...


Desvendamos o mundo sem ter medo...


De muitos momentos há aquele que fica...


Já não há lagrimas para chorar...


Nada para decidir... Nada por inventar...


Não posso acreditar que selvagem possa ser, se tu não vês em teu redor e pensas que conheces o mundo...


Só gosto de ti! Porquê? Não sei... Mas estou bem assim e tu também...

terça-feira, 31 de março de 2009

Aquele "sentimento de bolha"...



Falando com uma amiga de longa data...
Apercebi-me de como o tempo fugiu entre os dedos... E mal o vimos passar...
Realmente o que mais queriamos naquela época era que o tempo passa-se e depressa (que já ontem era tarde, hihi)! Mas agora ele passou...
O que eu não dava para voltar aquelas tardes abafadíssimas de verão, em que a maralha toda lá andava escondida à sombra, brincávamos até nos fartarmos, em que víamos filmes, novelas, tudo o que pudesse passar na rtp1 porque os outros canais estavam cheios de chuva, fazíamos aqueles bolos que nós sabemos, em que passávamos os dias a correr atrás “deles”, e “eles” desapareciam, os maganos!!! A diversão era completa (embora nós achassemos que não!), e quando chegava aquela hora e fugíamos para aquele sitio onde não deveríamos estar mas que era o melhor que podia haver... E depois lá vinha a hora do tanque!!!
Muito bom!!! Depois de uma tarde inteira com aquele “sentimento de bolha”!!!
Era mel!!!

Volta atras, só por uns instantes!!!
Aqueles que por lá andaram sabem do que falo!!!
Miss you!!!

segunda-feira, 23 de março de 2009

Os desenhos animados (nunca acaba mal)

Nos Desenhos Animados
Os Azeitonas
Composição: Miguel AJ



Eu quero a sorte de um cartoon
Nas manhãs da RTP1
És o meu Tom Sawyer
E o meu Huckleberry Finn
E vens de mascarilha e espadachim
Lá em cima, há planetas sem fim

Tu és o meu super-herói
Sem tirar o chapéu de Cowboy
Com o teu galeão e uma garrafa de rum
Eu era tua e de mais nenhum
Um por todos e todos por um

Nos desenhos animados
Eu já conheço o fim
O bem abre caminho
A golpes de espadachim
E o príncipe encantado
Volta semrpre para mim

Eu sou a Jane e tu Tarzan
A Julieta do meu Dartagnan
Se o teu cavalo falasse
Tinha tanto para contar
Há fantasmas debaixo dos meus lençois
Dos tesouros que escondemos dos espanhóis

Nos desenhos animados
Eu já conheço o fim
O bem abre caminho
A golpes de espadachim
E o príncipe encantado
Volta sempre para mim

Quando chegar o final
Já podemos mudar de canal
Nos desenhos animados
É raro chover
E nunca, quase nunca acaba mal.
By the power of GreySkull

domingo, 22 de março de 2009

Passa passa passa...



"Sou o tempo que não passa, quando a saudade me abraça..."

Existe algo que não passa...
Algo que te põe acima de tudo que de repente se desmorona...
Porque não é suficiente ou porque és mais do que esperavam de ti...
Porque não te atingiam porque simplesmente não te ias interessar...
Tanta coisa para fazer, tanto para ver, tanto para descobrir...
Milhões de pessoas para conhecer...
Apenas vês aquela pessoa... Aquela que já passou... Aquela que insiste em ficar...
Nem ele próprio sabe se quer ir ou quer ficar...




quinta-feira, 19 de março de 2009

Mudar para quê? Ficar na mesma como?

Está na altura de mudar, olhar à volta e seguir...


Apenas seguir em frente, deixar a vida fluir, ela tomará o seu rumo, encontrará uma saída...


Não sou eu que decido apenas tenho que agir e tudo o resto acontecerá...


Não é necessário fazer nenhum projecto, apenas ir fazendo... Viver...


SOMETIMES LIFE CAN BE BEAUTIFUL... ;)

domingo, 8 de março de 2009

Algo mágico...


Flor-de-Lis
Todas as ruas do amor
Letra: Pedro Marques / Música: Pedro Marques, Paulo Pereira



Se sou tinta, tu és tela
Se sou chuva, és aguarela
Se sou sal, és branca areia
Se sou mar, és maré-cheia
Se sou céu, és nuvem nele
Se sou estrela, és de encantar
Se sou noite, és luz para ela
Se sou dia, és o luar

Sou a voz do coração
Numa carta aberta ao mundo
Sou o espelho d’emoção
Do teu olhar profundo
Sou um todo num instante
Corpo dado em jeito amante
Sou o tempo que não passa
Quando a saudade me abraça

Beija o mar o vento e a lua
Sou um sol em neve nua
Em todas as ruas do amor
Serás meu e eu serei tua

Se sou tinta, tu és tela
Se sou chuva, és aguarela
Se sou sal, és branca areia
Se sou mar, és maré-cheia
Se sou céu, és nuvem nele
Se sou estrela, és de encantar
Se sou noite, és luz para ela
Se sou dia, és o luar

Beija o mar o vento e a lua
Sou um sol em neve nua
Em todas as ruas do amor
Serás meu e eu serei tua

O Tempo...

O Tempo... Aquilo que ninguém sabe o que é, que nunca ninguém viu, mas que todos falam e dizem precisar...


Mas para quê?
Porquê ser dependente de algo que nos faz cair no esquecimento, ou simplesmente, nos faz ignorar o que se passa à nossa volta...


Para quê tanta preocupação?
Quando deviamos ignorá-lo e apenas viver ao nosso ritmo sem marcar um ponto de partida ou dizer "agora acabou"... Apenas devia ser algo em que arriscamos, jogamos, vivemos... Tudo para ser feliz...

Aproveitar para sorrir...

Talvez um dia volte a ser espontaneo... Para já não estou preparada...


Esse tempo avança e não pára, não faz nada que se possa levar conta pois como dizem "tudo passa", não se sabe é quando... É pena o tempo passar só porque sim, quando se podia aproveitá-lo da melhor forma...


Sem pensar...

Apenas ser feliz...

O mau... é que quanto mais livres somos, mais queremos depender de alguém... Mas esse alguém anda por aí... como eu, como tu, não sabe quando está preparado porque ninguém sabe...

Apenas ARRISCA...

Não tenhas medo...

Não deixes que alguém esteja triste porque tu receias seguir em frente...

ARRISCA!!! Só assim saberás se resulta...

E o tempo encarrega-se de fazer a história continuar...

sexta-feira, 6 de março de 2009

Porquê??? Porquê?? Porquê?


Porquê gostar? Porquê gostar de ti? Porquê tu? Porquê ele?
Quando todo o mundo gira... Eu me sinto perdida... Perdida dentro do teu labirinto que não tem saída nem para ti... Posso dizer tal como se estivessemos em pontas opostas de uma roda gigante de onde se vê o mundo em mudança constante, em evolução e nós não saimos do mesmo sitio, da mesma situação e me impedes de continuar em frente...
Porquê gostar? Porquê sentir?
Não entendo porque temos de depender desses sentimentos que nos acabam sempre por magoar por mais que tentemos evitar...